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	<title>O Malfazejo &#187; Meio Ambiente</title>
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		<itunes:summary>por Ismael Benigno Neto</itunes:summary>
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		<title>Enquanto isso, na terra da Floresta em Pé&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 05:21:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ismael Benigno Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leitores]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Ação contra desmatamento gera ameaças no AM
KÁTIA BRASIL &#8211; da Agência Folha, em Manaus &#8211; 12 de março

Uma equipe de analistas ambientais do ICMbio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), do Ministério do Meio Ambiente, ficou cercada por 11 horas anteontem (10) e foi ameaçada por políticos, madeireiros e grileiros no município de Lábrea [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Ação contra desmatamento gera ameaças no AM</h3>
<p><em>KÁTIA BRASIL &#8211; da Agência Folha, em Manaus &#8211; 12 de março<br />
</em></p>
<p>Uma equipe de analistas ambientais do ICMbio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), do Ministério do Meio Ambiente, ficou cercada por 11 horas anteontem (10) e foi ameaçada por políticos, madeireiros e grileiros no município de Lábrea (703 km de Manaus), um dos que mais desmatam no sul do Amazonas.</p>
<p>Dois deles ficaram retidos dentro de um hotel e outros na casa de um deles. Escoltados por cerca de 30 policiais militares, eles foram levados de avião para Rondônia, onde chegaram anteontem.</p>
<p>O protesto aconteceu depois que a equipe fechou serrarias, movelarias e aplicou multas por falta de comprovação da origem da madeira. Os fiscais realizavam a Operação Matrinxã para combater a extração ilegal de madeira da Reserva Extrativista Médio Purus e coibir a retirada de areia das margens do rio Purus para obras do governo estadual.</p>
<p><span id="more-5840"></span></p>
<p>Ao menos 2.000 pessoas foram para as ruas protestar contra a operação. Entre os manifestantes estavam a secretária de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas, Nádia Ferreira, o prefeito da cidade, Gean de Campos Barros (PMDB), e o vereador Augusto Almeida (PP) &#8211;dono de uma serraria.</p>
<p>Segundo o ICMbio, as analistas ambientais Adriana Gomes e Branca Tressold ficaram retidas dentro da residência do órgão. Foram xingadas e ameaçadas com pedras e pedaços de paus. A mesma situação enfrentou os servidores Antônio Vieira e Bento Arruda, que estavam hospedados em um hotel.</p>
<p>O presidente do ICMbio, Rômulo Mello, disse que os manifestantes foram mobilizados por políticos locais. O escritório do instituto foi fechado temporariamente. &#8220;Eles constrangeram nossos técnicos, jogaram pedras nas casas deles e tivemos que retirá-los em função de não ter condições de colocar uma força grande imediatamente, mas estaremos voltando em breve para dar continuidade ao nosso trabalho&#8221;, afirmou.</p>
<p>Sobre o envolvimento da secretária Nádia Ferreira na manifestação, Rômulo Mello disse que ela ligou tentando equacionar o problema por telefone. Exigiu que uma servidora do instituto participasse de reunião com os multados e explicasse a ação de fiscalização.</p>
<p>&#8220;Entendo que as autoridade públicas tenham essa responsabilidade [de salvaguardar a integridade física dos cidadãos], mas espero um relatório para tomar as providencias no campo jurídico&#8217;, afirmou Mello.</p>
<p>A reportagem procurou a secretária Nádia Ferreira. Por meio da assessoria, ela negou envolvimento na manifestação e disse que responderia as acusações após retornar de uma viagem, o que não aconteceu até as 17h. O prefeito de Lábrea não foi encontrado. Seu chefe do gabinete, Lucimar Brito, disse que o prefeito e a secretária ficaram indignados com a ação do ICMbio. &#8220;A secretária e o prefeito se indignaram porque fecharam as madeireiras&#8221;, disse. A reportagem não localizou o vereador Almeida.</p>
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		<title>Prefeitura assume danos ambientais no Corredor do Mindu</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 22:35:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ismael Benigno Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[
Eu já comentei diversas vezes aqui o crime ambiental cometido pela Prefeitura no Corredor Ecológico do Mindu.
Agora, no Diário Oficial do Município do dia 12 de fevereiro, a própria Prefeitura publicou o Termo de Ajustamento de Conduta Ambiental (TACA) assinado perante o Ministério Público Federal e o Ministério Público Estadual, comprometendo-se a recuperar os danos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://oavesso.com.br/omalfazejo/files/2010/02/tac_dom2386.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5750" src="http://oavesso.com.br/omalfazejo/files/2010/02/tac_dom2386.jpg" alt="tac_dom2386" /></a></p>
<p>Eu <a href="http://oavesso.com.br/omalfazejo/?s=mindu">já comentei diversas vezes</a> aqui o crime ambiental cometido pela Prefeitura no Corredor Ecológico do Mindu.</p>
<p>Agora, no <a href="http://portal2.manaus.am.gov.br/secretarias/secretariaMunicipalDeAdministracaoEPlanejamento/servicos/dom/2010/pdf/dom2386cad1">Diário Oficial do Município do dia 12 de fevereiro</a>, a própria Prefeitura publicou o Termo de Ajustamento de Conduta Ambiental (TACA) assinado perante o Ministério Público Federal e o Ministério Público Estadual, comprometendo-se a recuperar os danos causados ao Corredor Ecológico do Mindu.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Depois de aprovar Taxa do Lixo, agora Prefeitura quer conversar</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 21:42:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ismael Benigno Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Está no Blog do Negão:
No próximo dia 19 (sexta-feira), a Prefeitura de Manaus e o Governo do Estado vão estar no comando da segunda audiência pública que vai debater os destinos do lixo produzido em Manaus. Trata-se da primeira etapa para elaboração da lei do Plano Diretor de Resíduos Sólidos (PDRS) que vai nortear o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está no <a href="http://www.manaus.am.gov.br/noticias/audiencia-publica-2/?searchterm=audiência%20convidada">Blog do Negão</a>:</p>
<p>No próximo dia 19 (sexta-feira), a Prefeitura de Manaus e o Governo do Estado vão estar no comando da segunda audiência pública que vai debater os destinos do lixo produzido em Manaus. Trata-se da primeira etapa para elaboração da lei do Plano Diretor de Resíduos Sólidos (PDRS) que vai nortear o sistema de gestão ambiental de Manaus, para as próximas décadas. Antes de ser implantado, o PDRS será discutido com a população, no auditório da Prefeitura, a partir das 8h30.</p>
<p>O PDRS se baseia nos princípios de não-geração e de redução da geração de resíduos sólidos, ou seja, traça normas e regras para que a população produza cada vez menos lixo e, de preferência, não produza nenhum partindo para a reciclagem e reaproveitamento de tudo que consome. O PDRS vai, por exemplo, descrever as ações que devem ser adotadas pelo poder público para reduzir a produção de lixo; como proceder na hora da retirada dos resíduos e como isolá-los depois de identificado e ainda regulamentar o acondicionamento, identificação, coleta e transporte (interno e externo), armazenamento temporário, tratamento interno e externo, coleta e transporte externo até sua disposição final.</p>
<p>O titular da Secretaria Municipal de Limpeza e Serviços Públicos, José Aparecido dos Santos, destaca a importância do debate em torno das novas normas. &#8220;É esse conjunto de regras, essa nova lei, que vai determinar o comportamento, tanto do poder público quanto da sociedade, no que diz respeito ao futuro ambiental da cidade&#8221;, explica ele. Segundo Aparecido, decidir o que fazer com o lixo produzido é uma das maiores dúvidas das sociedades contemporâneas. &#8220;Nós estamos tendo a oportunidade de planejar o que faremos em uma cidade que atrai olhares do mundo inteiro por sua localização em meio à maior floresta tropical do mundo e com alto índice de preservação regional&#8221;, aponta José Aparecido.</p>
<p>O anteprojeto do Plano Diretor de Resíduos Sólidos da cidade de Manaus está sendo elaborado pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam), contratado pelo governo do Estado através do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim). &#8220;A chave para elaboração deste projeto está fincada no conceito de gestão integrada de resíduos sólidos&#8221;, explica o secretário José Aparecido. Isso significa metas e objetivos que visem principalmente a redução de resíduos sólidos; a reutilização e reciclagem; a prestação do serviços de coleta e limpeza sejam extensivos a toda a população; a promoção do tratamento e da disposição final; a inclusão social e econômica dos catadores de materiais recicláveis e a sustentabilidade envolvendo as dimensões ambientais, social, cultural, econômica, política e institucional.</p>
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		<title>Braga reincide no crime ambiental e não deve receber o Bolsa Floresta</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 19:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ismael Benigno Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[colaborações]]></category>

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		<description><![CDATA[
Máquina do governo estadual, universalmente conhecido pela causa da preservação ambiental, derruba ilegalmente árvores em Manaus.
O governo foi autuado pela Prefeitura, recentemente, pelo crime ambiental.
Pelo jeito não adiantou. Manter a floresta em pé é coisa pra ribeirinho.
A foto foi publicada no Twitter pelo jornal Dez Minutos.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://oavesso.com.br/omalfazejo/files/2010/02/governoderrubaarvore.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5735" src="http://oavesso.com.br/omalfazejo/files/2010/02/governoderrubaarvore.jpg" alt="governoderrubaarvore" /></a></p>
<p style="text-align: center">Máquina do governo estadual, universalmente conhecido pela causa da preservação ambiental, derruba ilegalmente árvores em Manaus.</p>
<p style="text-align: center">O governo foi autuado pela Prefeitura, recentemente, pelo crime ambiental.</p>
<p style="text-align: center">Pelo jeito não adiantou. Manter a floresta em pé é coisa pra ribeirinho.</p>
<p style="text-align: center"><em>A foto foi publicada no Twitter pelo jornal Dez Minutos.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Desmatamento antecipado</title>
		<link>http://oavesso.com.br/omalfazejo/2009/12/25/desmatamento-antecipado/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 15:26:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ismael Benigno Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Iranduba]]></category>
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		<category><![CDATA[Ponte]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por enquanto a futura ponte Manaus e Iranduba ainda é uma grande linha de gigantescos pilares que atravessa o Rio Negro. A inauguração, segundo a previsão oficial, só deve ocorrer em dezembro do ano que vem. Mas os impactos da obra já são sentidos, e muito, na margem direita. Este ano, o desmatamento e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><img class="aligncenter" src="http://www.oeco.com.br/images/stories/dez2009/manaus.jpg" alt="" width="500" /><br />
Por enquanto a futura ponte Manaus e Iranduba ainda é uma grande linha de gigantescos pilares que atravessa o Rio Negro. A inauguração, segundo a previsão oficial, só deve ocorrer em dezembro do ano que vem. Mas os impactos da obra já são sentidos, e muito, na margem direita. Este ano, o desmatamento e o número de focos de calor detectados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) voltou a crescer, após terem praticamente sido nulos no ano passado.</p>
<p>Em 2008, apenas 1,9 Km2 de matas primárias foram destruídas. Até setembro deste ano, já tinham sido 5 Km2. Nem o fato de a área do município estar sobre uma Área de Proteção Ambiental não serviu para que este crescimento tenha sido organizado ou respeitado às leis ambientais.</p>
<p>“A ponte é necessária. A cidade precisa de espaço para crescer. Manaus espremida entre os rios Negro e Tarumã, com a Reserva Ducke do outro lado. Mas não podemos repetir do outro lado, os mesmos erros cometidos aqui, como invasões de terra”, afirma o o pesquisador José Glauco da Costa Nascimento, professor da Universidade do Estado da Bahia.</p>
<p>José Glauco veio a Manaus fazer doutorado sobre regeneração florestal no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e acompanha a situação em Iranduba. Para ele, o grande problema é falta de governança, ou seja, de uma ação eficaz do estado para evitar os impactos negativos da obra.</p>
<p>Até o ano passado, a maior parte do desmatamento do município era relacionado ao consumo de madeira para olarias, que ainda preferem consumir madeira da mata nativa ou de áreas em regeneração à reposição florestal. Mas no ano passado, o apetite das fábricas de tijolos por florestas foi freado por operações do Ibama e Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam). “A diferença é que agora as árvores estão virando fumaça antes de ir para as olarias”, afirma o pesquisador.</p>
<p><a href="http://www.oeco.com.br/reportagens/37-reportagens/23127-desmatamento-antecipado">Leia a reportagem completa de Vandré Fonseca no site oeco.com.br</a></p>
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		<title>Ab&#8217;Saber: COP-15 é farsa; Amazônia crescerá com aquecimento</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 10:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ismael Benigno Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[COP-15]]></category>

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		<description><![CDATA[Geógrafo acredita que Copenhague não chegará a acordo
Carolina Oms escreve para a &#8220;Terra Magazine&#8221;:
Atento aos estudos sobre os impactos das mudanças climáticas globais e às notícias sobre a Cúpula do Clima (COP-15) em Copenhague, Dinamarca, o geógrafo Aziz Ab&#8217;Sáber, 85, considerado referência no assunto, retifica a tese de que o planeta está mesmo aquecendo. Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.algosobre.com.br/images/stories/geografia/aziz.jpg" alt="" hspace="10" align="right" /><em><strong>Geógrafo acredita que Copenhague não chegará a acordo</strong></em></p>
<p>Carolina Oms escreve para a &#8220;Terra Magazine&#8221;:</p>
<p>Atento aos estudos sobre os impactos das mudanças climáticas globais e às notícias sobre a Cúpula do Clima (COP-15) em Copenhague, Dinamarca, o geógrafo Aziz Ab&#8217;Sáber, 85, considerado referência no assunto, retifica a tese de que o planeta está mesmo aquecendo. Mas não acredita que as medidas apresentadas na conferência possam impedir esse processo.</p>
<p>O professor emérito da Universidade de São Paulo (USP) classifica a conferência como &#8220;farsa&#8221;. &#8220;Em um lugar com mais de 1.000 pessoas, não pode haver debate ou questionamentos&#8221;, justifica.</p>
<p>Tampouco acredita nas metas levadas para a redução de emissão de CO2: &#8220;São metas irreais. Quando um país leva uma meta que vai reduzir 40%, por exemplo, não vai&#8221;.</p>
<p>Ponderado, o professor, critica os que ele chama de &#8220;terroristas do clima&#8221;: &#8220;Não tenho dúvida de que as causas (do aquecimento) não são tão perfeitas quanto eles pensam&#8221;.</p>
<p>Experiente, Ab&#8217;Saber estuda geografia há 68 anos (ingressou aos 17 no curso de geografia da USP), ele afirma que os &#8220;terroristas&#8221; não consideram os movimentos periódicos do clima ou as variações climáticas ao longo da história da Terra.</p>
<p>Sobre as consequências catastróficas prenunciadas pela maioria dos cientistas, ele também faz inúmeras ressalvas. Para ele, o aquecimento não causará a desertificação das florestas tropicais, ao contrário. &#8220;A tendência, no caso da mata Atlântica e da Amazônia, é que elas cresçam&#8221;, defende.</p>
<p>Leia os principais trechos da entrevista:</p>
<p><span id="more-5474"></span></p>
<p>- O que o senhor está achando da 15ª Conferência das Partes da ONU em Copenhague, a COP-15?</p>
<p> </p>
<p>Copenhague é uma farsa, quando eu vi que levaram cerca de 700 pessoas do Brasil pra lá eu disse &#8220;meu Deus&#8221;, essas pessoas não terão um segundo pra falar, nem nada. Para mim, quando uma conferência passa de 1000 pessoas na sala, elas ficam só ouvindo as metas e propostas dos outros. Não há espaço para debate ou questionamento. Além disso, os países levam metas irreais. Quando um país diz que vai reduzir 40%, por exemplo, não vai. Espertos são os países que levam metas baixinhas.</p>
<p> </p>
<p>- E quanto ao objetivo da conferência: reduzir as emissões de CO2?</p>
<p> </p>
<p>Não tenho a menor dúvida que as causas não são tão perfeitas como eles pensam. Mas é fato que está havendo um aquecimento: Na cidade de São Paulo, no século passado, tinha 18,6 graus Celsius de temperatura média na área central. Hoje, tem entre 20,8 e 21,2 graus. Se a gente fizer a somatória de todas as cidades em São Paulo, se fizermos as contas do desmate ocorrido no nosso território, veremos que com esses desmates o sol passou a bater diretamente no chão da paisagem. Se esse aquecimento é em função do calor das grandes cidades&#8230; O clima urbano deve ser considerado, porque evidentemente esse clima tem certa projeção espacial, em algumas cidades mais em outras menos. Há também que se considerar os efeitos das chamadas Células ou Ilhas de Calor, por que quando eu digo que a temperatura da cidade de São Paulo aumentou nesse século, eu não falo do estado como um todo, nem mesmo da cidade. A temperatura medida na área central é uma, nos Jardins é outra e, lá onde eu moro, perto de Cotia, é outra.</p>
<p> </p>
<p>- E os inúmeros alertas para as consequências do aquecimento: O aumento do nível do mar, a desertificação de florestas&#8230;</p>
<p> </p>
<p>Mas essas observações de que o aquecimento global vai derrubar a Amazônia são terroristas! Há um aquecimento? Sim, seja ele mediano ou vagaroso, mas, quanto mais calor, a tendência, no caso da mata Atlântica e da Amazônia, é que elas cresçam e não que sejam reduzidas.</p>
<p>Parece que essas pessoas, esses terroristas do clima nunca foram para o litoral! A gente que observa o céu vê que as nuvens estão subindo e sendo empurradas para a Serra do Mar, levando mais umidade para dentro do território. Esses cientistas alarmistas não observam nada, não tem interdisciplinaridade. Na média está havendo aquecimento, mas as consequências desse aquecimento não são como eles prevêem. Mas essa é uma realidade não relacionada tão diretamente com a poluição atmosférica do globo e pode sofrer críticas sérias de pessoas com maior capacidade de observação.</p>
<p> </p>
<p>- Esse ano nós tivemos um clima problemático&#8230; Enchentes sérias em São Paulo, em Santa Catarina&#8230;</p>
<p> </p>
<p>Esse ano é um ano anômalo, El Niño funcionou por causa do aquecimento do Pacífico equatorial, a umidade veio para leste, bateu na Colômbia, lá houve problemas sérios, inundações. Aqui, essa massa de ar úmida entrou pela Amazônia e outras regiões sul-sudeste e perturbou todo o sistema de massas de ar no Brasil e continua, isso vem desde novembro do ano passado até hoje. Quando o pessoal diz: &#8220;Olha, está muito calor, o aquecimento!&#8221;, eles não sabem as consequências das perturbações climáticas periódicas. E aí entra o problema da periodicidade climáticas, que ninguém fala. Se não falarem disso lá em Copenhague, será uma tristeza para a climatologia. A periodicidade do El Niño é de 12 em 12, 13 em 13, ou 26 em 26 anos. Então quinta-feira (10/12), no jornal, alguém disse: &#8220;O último ano que fez tanto calor foi em 1998&#8243;. Há 11 anos, a medida do El Niño, então esse calor, essas chuvas, é um tempo diferenciado provocado pelo El Niño.</p>
<p> </p>
<p>- E o que aconteceu?</p>
<p> </p>
<p>O que aconteceu naturalmente? Sem indústria, sem nada: Entre 23 mil e 12 mil anos antes do presente (A.P.), houve um período muito crítico. O planeta passou por um período de glaciação. Devido ao congelamento de águas marinhas nos pólos Norte e Sul, o nível dos oceanos era cerca de 90 metros mais baixo do que o registrado hoje. A partir de 12 mil anos atrás, cessou o clima frio e começou a haver um aquecimento progressivo. Com isso, o nível do mar subiu, ele tinha descido 95 metros.</p>
<p> </p>
<p>- Isto, por conta do aquecimento&#8230;</p>
<p> </p>
<p>Com o aquecimento, as grandes manchas florestais, que haviam se reduzido a refúgios, cresceram. A esse processo, que aconteceu principalmente na costa brasileira, eu dei o nome de &#8220;A Réplica do calor&#8221; e período foi chamado de Optimum climático. Durante esse Optimum climático o calor foi tão grande que o nível do mar subiu, embocando nas costas mundiais, formando baías, golfos, rías.</p>
<p> </p>
<p>- E o que aconteceu depois?</p>
<p> </p>
<p>Houve mais chuvas, o que favoreceu a continuidade das florestas. O optimum é uma fase da história climática do mundo que vários cientistas e o próprio IPCC não consideram. Como naquele período nem a mata Atlântica nem a Amazônia desapareceram do mapa, não é certo dizer que até 2100 a Amazônia vai virar cerrado.</p>
<p> </p>
<p>- Qual é o principal risco do aquecimento, então?</p>
<p> </p>
<p>Conclusão: se está havendo certo nível de aquecimento que é antrópico (relativo à ação do homem), o que irá acontecer é certo degelo &#8211; que não é relacionado com as coisas que eles falam lá de supra atmosfera, o homem tem uma pequena parcela nisso. A conclusão que se chega é que haverá impactos nas cidades costeiras. Realmente é perigoso: há aquecimento, há degelo e o mar está subindo.</p>
<p> </p>
<p>- Mas esse aquecimento é controlável pelo homem? É possível impedi-lo?</p>
<p> </p>
<p>Não é possível. O que é possível é que as cidades costeiras comecem já seus projetos para defender as ruas principais, mais rasas. A redução da emissão de gás carbônico pelo homem vai amenizar um pouco esse processo, mas eles falam nisso sem lembrar a periodicidade. Eu não desprezo o fato que as emissões de CO2 podem influir na climatologia do mundo, mas acho ruim que eles não conhecem dinâmica climática, não sabem nada do que já aconteceu no passado de modo natural e estão facilitando a vida dos que querem aproveitar-se da situação.</p>
<p> </p>
<p>- Quem são esses?</p>
<p> </p>
<p>Por exemplo, o governador do Amazonas, Eduardo Braga, que disse recentemente: &#8220;Nossa região é uma vítima do aquecimento global, não a vilã&#8221;. Eles pensam assim: &#8220;Já que o aquecimento global vai mesmo destruir a Amazônia, que deixe a floresta para nós&#8221;. A Kátia Abreu, lá no Senado, diz que agricultura nunca afetou nada o meio ambiente&#8230; O problema é o mesmo, na Amazônia a diminuição da mata que permaneceu quase intacta até 1950. Eu estive lá: Era tão difícil estudar lá, de tão ampla que era a mata, biodiversa e densa. E hoje? Vai lá pra ver como está, o desmate da cidade é incrível! Tem uma coisa que eu não gosto de dizer para jornalista&#8230; Mas pra você eu vou dizer: todo espaço virou mercadoria! Os arredores da cidade, a especulação, não é produzir coisas economicamente boas para o estado e para o país, não, é deles!</p>
<p>(Terra Magazine, 11/12)</p>
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		<title>BR-319, por onde vai sangrar a Amazônia</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 22:31:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ismael Benigno Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ameaças]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Daniela Chiaretti
Nos últimos dias de março um avião sobrevoou o sul do Amazonas acompanhando, lá embaixo, um risco de terra rodeado de floresta por todos os lados. Supõe-se que o governador Eduardo Braga (PMDB-AM) e o ministro dos Transportes Alfredo Nascimento (PR-AM) tenham espiado pela janelinha como a natureza comeu a BR-319, construída pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Daniela Chiaretti</p>
<p>Nos últimos dias de março um avião sobrevoou o sul do Amazonas acompanhando, lá embaixo, um risco de terra rodeado de floresta por todos os lados. Supõe-se que o governador Eduardo Braga (PMDB-AM) e o ministro dos Transportes Alfredo Nascimento (PR-AM) tenham espiado pela janelinha como a natureza comeu a BR-319, construída pelo governo militar na década de 70 e por onde o último ônibus de linha passou há mais de vinte anos. A pavimentação da rodovia, uma obra que está no PAC, foi orçada em R$ 600 milhões e é considerada uma temeridade por ambientalistas e cientistas, tem potencial para ser a nova dor de cabeça ambiental do governo Lula. A estrada, no caso, parece ser menos uma via de transporte que um forte instrumento político.</p>
<p>Que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes quer o asfalto no meio da floresta, ninguém duvida. O processo, brecado em setembro pelo ministro do Meio Ambiente Carlos Minc (que exigia a criação de um cinturão verde para minimizar o estrago), está a todo vapor. Um EIA-Rima de umas três mil páginas produzido por uma equipe mutidisciplinar da Universidade Federal do Amazonas deu entrada no Ibama em 12 de fevereiro. Pouca gente viu (e leu) o tijolão difícil de baixar na internet, mas o Diário Oficial da União acaba de publicar a data das audiências públicas previstas para discutir a obra em Porto Velho, em Rondônia (23/04), e Humaitá (22/04), Careiro da Várzea (27/04) e Manaus (28/04), no Amazonas. Parece uma corrida contra o tempo para liberar o rolo-compressor.</p>
<p><span id="more-5459"></span></p>
<p>O ministro Nascimento não faz segredo que viabilizar a Porto Velho-Manaus é a “obra de sua vida”. Ele começou a carreira política em Manaus, foi eleito prefeito duas vezes, ocupou várias pastas estaduais e elegeu-se senador pelo Amazonas. Sabe perfeitamente que a população da cidade sofre de isolamento crônico e quer a estrada para se sentir ligada ao Brasil. Obstruí-la pode ser suicídio político. O desejo manauara é absolutamente legítimo, o problema é o reverso da história: o impacto de o Brasil ligar-se a Manaus.</p>
<p>Antes da crise financeira, Manaus vinha crescendo a ritmo chinês, o PIB é alto, a qualidade de vida, interessante, a criminalidade, baixa. Roubo de automóveis praticamente não tem até porque não dá pra escoar o furto. Tornar a cidade acessível no pós-boom das usinas do Madeira sugere inevitável inchaço e consequente pressão por saúde, educação, habitação e emprego que não se sabe se o poder público terá condições de suprir. Isto sem citar o efeito da ocupação às margens da estrada. O cientista Philip Fearnside, celebridade do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, não cansa de alertar para o alto risco de pavimentar a estrada e a baixa garantia que os danos serão evitados.</p>
<p>Os opositores à estrada dizem que, de garantia, só a pavimentação da candidatura Nascimento ao governo do Estado. Braga, o governador que gosta de ser reconhecido como o “Schwarzenegger da Amazônia” por ter feito uma gestão bastante “verde” no Estado mais preservado da região, já oscilou bem neste episódio. No início chegou a discutir com o BNDES a viabilidade de uma ferrovia, com impacto ambiental indiscutivelmente menor. Mas na eleição à prefeitura de Manaus, em 2008, aliou-se a Nascimento. A estrada veio de brinde e o projeto da ferrovia foi esquecido. Braga, que almeja um lugar no Senado, fez o bolsa-floresta e criou muitas unidades de conservação, mas vive o contrasenso de apoiar um projeto com potencial destruidor de floresta e muita emissão de gases-estufa em tempos de crise climática.</p>
<p>A pavimentação da 319 é polêmica de nascimento. Já quiseram jogar asfalto sem precisar de licenciamento alegando que a estrada já existia, então, pra quê EIA-Rima? O simples anúncio da pavimentação de uma estrada na Amazônia é senha para especulação e desmate &#8211; vide o exemplo da BR-163, a Cuiabá-Santarém. Rodovias na região deflagram o clássico “desmatamento-espinha-de-peixe” com a abertura nervosa de rotas vicinais. No mapeamento de estradas não-oficiais da Amazônia feito em 2003 pelo Imazon e atualizado em 2007, há 330 mil quilômetros de estradas de todo tipo na região. São caminhos abertos por madeireiros, garimpeiros e pecuaristas, às vezes (mas só às vezes) em arranjo com prefeituras. A conta é assim: para cada quilômetro de estrada oficial na Amazônia existem outros trinta quilômetros feitos por agentes privados. Há uma malha rodoviária extensa e paralela em regiões de adensamento como o leste do Pará ou o norte do Mato Grosso. Neste contexto, a região da BR-319 não é das mais efervescentes da floresta. Bem ao contrário.</p>
<p>Há décadas a 319 está deteriorada &#8211; a exceção são as pontas de seus 880 quilômetros, nas cercanias de Manaus e Porto Velho. As pontes caíram. Na seca leva-se três dias, com sorte, para sair de um lado e alcançar o outro. Por ali só circulam aventureiros ou o pessoal da Embratel que vai fazer manutenção nas antenas. Nos 400 quilômetros do meio, o foco do Rima, existem apenas 18 fazendas. Atividade econômica só perto de Humaitá, no entroncamento com a Transamazônica, ou mais para o Norte, perto de Careiro. Há 150 famílias vivendo ali, umas 500 pessoas. E só.</p>
<p>Uma das justificativas para a obra é facilitar o transporte de cargas da Zona Franca para o Sul-Sudeste. Estudos demonstram que a cabotagem pela costa é o sistema mais barato seguido pela hidrovia do Madeira e que a 319 será a mais cara entre as opções. O EIA-Rima aposta que o governo conseguirá fazer na 319 o que não conseguiu até agora na Amazônia: conter o desmatamento e estar presente. Há poucos dias, Braga reuniu representantes das principais ONGs e os convidou a ajudarem na implementação do mosaico de unidades de conservação. Alguns ambientalistas estão seduzidos pela proposta, outros ponderam que Braga não fez herdeiros verdes no Estado e que se a pavimentação é inevitável, melhor ajudar a fazer direito. A voz discordante vem do Greenpeace. “Ninguém é contra uma estrada perfeita. A estrada que transporta madeira ilegal também leva médico e professorinha”, diz o coordenador da campanha amazônia da ONG, Paulo Adário. O problema, aponta, é que aqui só há ameaças. “A pavimentação da BR-319 tende a ser uma veia aberta por onde a Amazônia vai sangrar”.</p>
<p>* Daniela Chiaretti é repórter especial em São Paulo</p>
<p>Fonte: Valor Econômico</p>
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		<title>&#8220;Não existe aquecimento global&#8221;, diz especialista brasileiro</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 17:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ismael Benigno Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Carlos Madeiro
Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cs.i.uol.com.br/home/2009/0912/11molion.jpg" alt="" hspace="10" align="left" />Por Carlos Madeiro</p>
<p>Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos.</p>
<p>Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica, e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.</p>
<p><strong>UOL: Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?</strong></p>
<p>Luiz Carlos Molion: Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E ele tem um período de 90 anos aproximadamente em que ele passa de máximo de atividade para o mínimo. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o sol esteve em baixa atividade em 1820, depois entrou em baixa atividade novamente no final de 19 e inicio do século 20. Agora o sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22</p>
<p>Leia mais na <a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2009/12/11/nao-existe-aquecimento-global-diz-representante-da-omm-na-america-do-sul.jhtm">entrevista especial para o UOL Ciência e Saúde</a>. (dica do <a href="http://twitter.com/rommelsousa">Rommel Sousa</a>, via Twitter)</p>
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		<title>Arthur fala do clima e contesta secretário da ONU</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 13:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ismael Benigno Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[colaborações]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao falar, hoje, no Senado, da Conferência que se realiza em Copenhague, a respeito das mudanças climáticas, o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), aproveitou para lembrar e contestar declaração do secretário-geral da ONU sobre o Brasil. O senador assinalou que, em setembro, quando se encontrava em Genebra, Suíça, o sul-coreano Ban Ki-moon, secretário-geral da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blig.ig.com.br/verones_carvalho/files/2009/07/arthur-virgilio4.jpg" alt="" hspace="10" width="200" align="left" />Ao falar, hoje, no Senado, da Conferência que se realiza em Copenhague, a respeito das mudanças climáticas, o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), aproveitou para lembrar e contestar declaração do secretário-geral da ONU sobre o Brasil. O senador assinalou que, em setembro, quando se encontrava em Genebra, Suíça, o sul-coreano Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, disse que o Brasil deveria “deixar de usar o argumento da soberania para impedir qualquer sugestão sobre a Amazônia”.</p>
<p>Essas declarações, na época interpretadas como pressão sobre o presidente Lula, não foram, segundo o senador, nem desmentidas nem confirmadas. Elas traduzem, a seu ver, pensamento existente em alguns círculos, no exterior, mas não as vê como ameaça real, pois “é inabalável a soberania do País sobre a Amazônia, que é Terra Brasil”. O líder tucano disse ser cedo para prever os resultados do encontro. Está certo, porém, de que “a oportunidade é das melhores dos últimos tempos para a adoção de providências globais, de envergadura, para a salvação da Humanidade”. “Espero – frisou – que os participantes possam assumir as responsabilidades que o momento lhes impõe.”</p>
<p>Arthur Virgílio acrescentou que sempre foi contrário ao desmatamento na Amazônia, defendendo, sim, a exploração sustentável dos recursos florestais. Agora mesmo viu com certa reserva a informação de que nos últimos 12 meses houve redução de 46% no desmatamento em relação ao ano anterior. A notícia é boa, segundo ele, mas há outro dado preocupante: em apenas um mês, de junho para julho últimos, houve crescimento de 18,5%, em relação ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>Da assessoria.</p>
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		<title>Conferência climática: 1.200 limusines, 140 jatinhos e fatias de caviar</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 03:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ismael Benigno Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
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Num dia normal, Majken Friss Jorgensen, diretor-gerente da maior companhia de aluguel de limusines de Copenhagen, diz que sua empresa tem doze carros nas ruas. Durante a conferência para salvar o planeta, que abre amanhã (hoje, segunda, 07), Majken terá 200 limusines na rua. &#8220;Nós pensamos que eles não iam usar muitos carros, já que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://i.telegraph.co.uk/telegraph/multimedia/archive/01537/copenhagen1_1537939c.jpg" alt="" /></p>
<p>Num dia normal, Majken Friss Jorgensen, diretor-gerente da maior companhia de aluguel de limusines de Copenhagen, diz que sua empresa tem doze carros nas ruas. Durante a conferência para salvar o planeta, que abre amanhã (hoje, segunda, 07), Majken terá 200 limusines na rua. &#8220;Nós pensamos que eles não iam usar muitos carros, já que é uma convenção sobre o clima&#8221;, ela diz. &#8220;Mas parece que alguém consultou a previsão do tempo na semana passada.&#8221;</p>
<p>Leia a história completa (em inglês) no <a href="http://www.telegraph.co.uk/earth/copenhagen-climate-change-confe/6736517/Copenhagen-climate-summit-1200-limos-140-private-planes-and-caviar-wedges.html">site do Telegraph</a>. Indicação via <a href="http://twitter.com/aon1">@aon1</a>, no Twitter.</p>
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