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Category: Esportes

Presidente da CBF diz que vai torcer para Patrícia Amorim faturar o hepta em 2010

O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, cometeu uma gafe nesta terça-feira e pôs fim a uma polêmica. Ao parabenizar Patrícia Amorim pela eleição à presidência do Flamengo, Teixeira confirmou o que a Nação inteira já sabia: o Rubro-Negro é realmente hexa.

– Acho que as mulheres estão capacitadas a exercer qualquer uma das funções que nós, homens, exercemos. De forma que desejo boa sorte para a Patrícia e, por favor, quero ser heptacampeão – parabenizou o Flamenguista Ricardo Teixeira, confirmando o hexa.

No entanto, conforme a lista de campeões da própria CBF, o Sport que é o campeão de 1987, apesar de o clube pernambucano ter faturado o equivalente à Segunda Divisão daquele ano. Portanto, pela contagem da entidade, o Flamengo deveria ter um título a menos e ser considerado apenas pentacampeão após o título do último domingo.

Polêmica à parte, o fato é que Ricardo Teixeira contrariou o que a entidade que ele mesmo preside sugere. A alegação é de que o Flamengo se recusou a enfrentar o campeão do Módulo Amarelo, o Sport, e por isso não é tratado como campeão da Copa União, apesar de ter derrotado o Internacional na decisão do Módulo Verde, que tinha os clubes da Primeira Divisão.

Fonte: Lancepress!, via Eu Sou Flamengo!

A imprensa tem tido um trabalho danado para lustrar o título do Flamengo. Dentre os bordões repetidos, aparece até a pérola de que “o Grêmio foi valente” no jogo decisivo. Como diria John Lennon, just gimme some truth (dêem-me só um pouco de verdade). Numa das páginas mais negras do futebol brasileiro, o Grêmio construiu seu roteiro de derrota verossímil. Tinha que perder o jogo para não dar o título ao rival Internacional. O Brasil ficou refém do campeonato particular dos gaúchos.

Entrou em campo com o time reserva, deliberadamente instruído para perder o jogo e aparentar dignidade. Um paradoxo mais complicado do que a honradez do governo Arruda. Mas o Flamengo entrou em campo paralisado. Como sempre acontece com o dono da maior torcida e da maior empáfia do país, a festa estava pronta antes da batalha. Bastava desfilar o oba-oba e esperar a taça. Aí a bola acabou entrando no gol errado. Daí em diante, os garotos gremistas ficaram aturdidos. Não podiam simplesmente parar em campo, mas o adversário (o campeão, no script) não fazia a sua parte. O juiz diligente fez a sua, ignorando o empurrão pornográfico de Adriano no seu marcador. Um a um.

O Grêmio tinha que jogar com garra, para não esculhambar sua tradição, e tinha que perder, para não apanhar na volta a Porto Alegre. Veio então o alívio com o segundo gol rubro-negro. E a instrução, flagrada na leitura labial, para que os gremistas não mais chutassem em gol. Um vexame.

Leia o resto do texto no blog do Guilherme Fiuza.

Um grande churrasco e muita expectativa. Após um campeonato inteiro acompanhando a saga do Fluminense, a Ascron, Associação de Cornos de Rondônia, vai se reunir pela última vez no ano para torcer pelo tricolor carioca.

- Não quer dizer que todo torcedor do Fluminense seja corno, mas aqui temos um espaço aberto para quem quer torcer pelo time, mesmo que seja apenas simpatizante ou um corno enrustido – diz o presidente da associação, Pedro Soares.

Soares não sabe explicar exatamente porque há essa identificação da associação com o clube carioca. “Temos muitos tricolores aqui”, afirma.

Entretanto, o presidente garante que a Ascron é democrática e abre o espaço também para torcedores de outros times. “Tem muita gente aqui que gosta de Botafogo, Flamengo, Vasco…”, conta.

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Grêmio perdeu para o Goiás por 3 a 1 a partida em que poderia ter classificado o Inter pelo Brasileirão de 1996  Foto: Guaraci Andrade

Grêmio perdeu para o Goiás por 3 a 1 a partida em que poderia ter classificado o Inter pelo Brasileirão de 1996 Foto: Guaraci Andrade

Na semana da última e polêmica rodada do Brasileirão, o clicEsportes relembra outros jogos que colocaram a rivalidade Gre-Nal em evidência em uma competição nacional. Chegou a vez da partida válida pela última rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro de 1996.

Após uma campanha de recuperação sob o comando do então técnico Elias Figueroa, o Inter precisava apenas de uma vitória sobre o rebaixado Bragantino para se classificar entre os oito primeiros. Mas o pênalti perdido pelo centroavante Leandro Machado e a derrota por 1 a 0 no Marcelo Stéfani frustaram as esperanças dos colorados de participarem das fases de mata-mata.

Mesmo perdendo, porém, o Inter poderia ter seguido no campeonato, dependendo de resultados paralelos. Se o Goiás fosse derrotado pelo Grêmio no Olímpico, por exemplo, o time de Figueroa entraria nas quartas-de-final. Porém, o bom time do Grêmio de 1996, que seria o campeão daquele ano, perdeu por 3 a 1 para o Goiás em casa. E o placar do Olímpico não perdoou. A mensagem “Eles estão fora” levou ao delírio a torcida, nem um pouco triste com a derrota, afinal a equipe já estava classificada. Tudo por causa da rivalidade Gre-Nal.

A classificação da primeira fase terminou assim:

6. Grêmio – 38 pontos

7. Goiás – 37 pontos

8. Portuguesa – 36 pontos

9. Inter – 35 pontos

10. Sport – 35 pontos

11. São Paulo – 35 pontos

Depois deste episódio, a frase virou moda no Rio Grande do Sul. Sempre que um dos times é eliminado de alguma competição, é comum ver nos ares algum aviãozinho conduzindo uma faixa e a famosa inscrição.

Detalhe: Grêmio e Goiás se encontraram logo depois, na semifinal, e o time de Felipão teve poucas dificuldades para se classificar. Venceu no Serra Dourada por 3 a 1 e empatou no Olímpico em 2 a 2.

Do site ClicRBS, indicado via Twitter pelo jornalista — e gremista — Flávio Fachel.

Ministro Celso de Mello anula condenação que obrigou jornalista a indenizar presidente da CBF

O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello, reformou decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) que obrigou o jornalista Juca Kfouri a indenizar em R$ 50 mil o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, por conta de matéria jornalística considerada ofensiva pelo dirigente. Para o ministro, Juca Kfouri apenas exerceu o seu direito à liberdade de expressão.

Teixeira ajuizou ação indenizatória contra o jornalista em virtude de matéria publicada na revista “Lance”, edição de dezembro de 1999, em que Juca Kfouri teria criticado a entrevista concedida por Teixeira a um jornalista da revista Playboy. Segundo Kfouri, o presidente da CBF teria respondido às perguntas “sem nenhuma preocupação com a ética ou com a verdade”. E disse acreditar que o salário de Teixeira como dirigente da CBF, de aproximadamente R$ 17 mil, seria pouco.

Ao analisar o recurso – um Agravo de Instrumento (AI) 505595 ajuizado por Kfouri contra a decisão do TJ-RJ que o condenou ao pagamento da indenização – o ministro Celso de Mello explicou que no caso o jornalista exerceu, de forma concreta, o exercício da liberdade de expressão e de crítica. continue reading…

vivaldolimaQuem está agourando é a Folha de S. Paulo, no seu caderno de Esportes:

A Copa de 2014 no Brasil corre risco de encolher. Executivos da Fifa e do COL (Comitê Organizador Local) podem eliminar até duas cidades antes do final do ano, reduzindo o número das sedes a dez. O atraso no cumprimento dos prazos exigidos pela Fifa e a desconfiança dos estrangeiros com a saúde financeira dos Estados para bancar as obras são os principais pontos de descontentamento. Nenhum dos nove governadores lançou o edital de licitação das obras das arenas do Mundial até a última segunda, como estabeleceu o COL. Por terem estádios privados, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre não caem na exigência.

Na sexta-feira, os projetos dos estádios teriam que ser apresentados ao COL. Os documentos foram entregues, mas ainda não foram examinados. Se considerados insatisfatórios, os projetos podem ser excluídos. As cidades não seriam substituídas e se chegaria ao total previsto pela Fifa, que as aumentou para 12 após pressão da CBF. Por causa da série de atrasos, o COL teme um vexame em 28 de fevereiro, data estabelecida para o início das obras nos estádios que vão abrigar o Mundial. A preocupação é com a capacidade financeira de execução das obras de cidades menores. Cuiabá, por exemplo, já mudou o projeto duas vezes em menos de seis meses. Estádios como os de Natal, Recife e Manaus, que foram apresentados apenas em maquetes, também deixam os organizadores temerosos.

Sem parceiros privados, o Amazonas anunciou que bancará sozinho as obras do novo Vivaldão, que terá capacidade para 47 mil pessoas e já foi orçado em R$ 400 milhões. Os executivos da Fifa também não gostaram de alguns projetos. Pelo menos duas cidades pretendem improvisar reformas em estádios para abrigar a Copa. Salvador e Cuiabá apresentaram no mês passado seus projetos com parte da arquibancada sendo desmontada após o Mundial. Os projetos não foram vetados na hora, mas dificilmente emplacarão.

Para tentar receber as semifinais da competição, a Fonte Nova, em Salvador, projetada para 50 mil torcedores, teria um novo setor de arquibancada de estrutura móvel para chegar à capacidade de 60 mil espectadores. Custará cerca de R$ 500 milhões. Em Cuiabá, o Verdão terá arquibancadas erguidas ”em estrutura desmontável”. Segundo o arquiteto Sérgio Coelho, a estrutura, que existe em competições de beach soccer organizadas pela Fifa, seria ”parafusada no concreto e depois retirada” do estádio.

Pelo projeto, o Verdão teria capacidade para cerca de 40 mil pessoas durante a competição internacional e seria reduzido após o Mundial para cerca de 30 mil. A explicação para encolher o Verdão é que o futebol local não tem capacidade para atrair tantos torcedores. O orçamento é de R$ 440 milhões.