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Category: Blogs

O Bossa Conference tem se consolidado nos últimos anos como um dos grandes eventos mundiais sobre open source, tecnologia e dispositivos móveis. Todos os anos, centenas de desenvolvedores do mundo inteiro se encontram nesse evento para discutir o que há de mais avançado na área.

A excelente notícia para nós é que nesse ano o evento veio pra Manaus!

Quem é da área sabe que um evento dessa magnitude é raro acontecer por aqui, o que torna essa uma oportunidade ímpar.

Você pode conferir a programação atualizada em: http://www.bossaconference.indt.org/programme.

A Comunidade Sol está apoiando a realização do evento, e temos ingressos com preços promocionais disponíveis.

Inscrição normal: R$180,00

Inscrição via Comunidade Sol: R$100,00

Se você tiver interesse, entre em contato com a gente o quanto antes pelo e-mail faleconosco@comunidadesol.org.

Fonte: Blog da Comunidade Sol

De Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi:

Volta à tona, neste início de ano político, uma noção que andou nos perseguindo ao longo do ano passado. Nem bem terminou o carnaval, o noticiário se concentra, de novo, na discussão dos “palanques” dos candidatos a presidente nas eleições deste ano.

Esse talvez seja um dos temas que mais separam os jornalistas dos profissionais de pesquisa na avaliação do processo eleitoral no Brasil.

Entre os primeiros, muitos tendem a ficar como que galvanizados por eles. Não conseguem escrever uma linha sem os mencionar. Os segundos, de maneira geral, acham que não mudam nada nas eleições.

Supostamente, bons palanques se traduziriam em votos. Ou seja: quando um candidato a presidente tem muita gente no seu palanque, suas chances de vencer aumentariam. Como na frase: “Voto em fulano porque beltrano está em seu palanque”.

Jornalistas costumam conversar com políticos, enquanto os pesquisadores são treinados para ouvir os eleitores. Talvez venha daí a diferença que há na percepção de uns e outros sobre a relevância dos palanques. Quem ouve os políticos os valoriza. Quem escuta o povo, o inverso.

Políticos defendem a importância dos palanques porque assim se tornam necessários. Não seriam eles, os maiores interessados, que diriam que seu impacto nas eleições é imperceptível. Seus amigos jornalistas, de tanto ouvi-los, acabam por compartilhar a opinião que têm.

Quem procura entender o que pensam os eleitores fica com outra impressão. Nas pesquisas, toda vez que se pergunta às pessoas que critérios usam para escolher um candidato, aparecem muitos, mas só de vez em quando a resposta “os políticos que o apoiam”. Estar ou não acompanhado por “lideranças” é, para a grande maioria dos eleitores, algo secundário.

Seria mesmo extraordinário se o oposto fosse verdade. Se os eleitores, como regra, não confiam e não acreditam nos políticos, por qual razão se impressionariam ao vê-los no palanque de alguém?

E será que nasceram ontem e não sabem que eles mudam de palanque ao sabor das conveniências e da posição dos concorrentes nas pesquisas? Que quem está com o PT hoje pode ter estado com os tucanos ontem? E vice-versa?

Nas cinco eleições presidenciais que fizemos desde a redemocratização, os palanques não tiveram papel apreciável em nenhuma. Quem ganhou, não precisou deles. Em pelo menos um caso, só atrapalharam.

Foi com Collor. Sua subida nas pesquisas nada teve a ver com palanques, sendo muito mais explicada por sua ausência. Os eleitores queriam alguém desvinculado da “política tradicional”, atributo que Collor perdeu quando, em função do favoritismo que alcançou, passou a ser procurado por quase todo o establishment político. Seus integrantes é que queriam subir no palanque do candidato.

Nas duas eleições que disputou, Fernando Henrique não precisou deles. Quem tinha um míssil como o Plano Real podia, aliás, ignorar quase tudo que há de convencional em uma campanha. Ele foi apenas gentil quando subiu em alguns, por ser um homem bem educado e para não frustrar seus correligionários, que davam tudo para sair nas fotos com ele.

E Lula? Seus palanques, em 2002, eram limitados quase que somente a seus velhos companheiros de PT e dos partidos tradicionalmente aliados, com um ou outro acréscimo. Se dependesse deles, Lula continuaria candidato até hoje, sem nunca ter chegado à Presidência.

Em 2006, a reeleição passou longe de qualquer palanque. Como tudo na vida tem uma primeira vez, pode ser que, finalmente, os palanques desempenhem algum papel nas eleições de 2010. Parece pouco provável, no entanto, se prestarmos atenção na opinião dos eleitores.

Quem quiser comprar gato por lebre e achar que faz um grande negócio montando palanques, apenas joga dinheiro fora.

Fonte: Noblat.

O cético pensador radicado nos EUA diz que as campanhas da web não resolvem nada

Maurício Meireles, no site da revista Época.

Salvem as baleias do Ártico e as crianças africanas. Petições assim circulam na internet em busca de apoio às causas mais diversas. Você pode jamais ter assinado uma delas – mas sua caixa de correio com certeza já recebeu inúmeras. A revolta virtual que motiva campanhas assim pode aliviar a consciência, mas não resolve nada. É o que afirma o pensador bielorrusso Evgeny Morozov. Pesquisador da Universidade Georgetown, nos Estados Unidos, ele até criou um termo para descrever as campanhas que tentam mobilizar as pessoas por meio da web. É o slacktivism (algo como ativismo preguiçoso, em português). Na opinião de Morozov, que defende suas ideias no blog Net.effect, essa onda contagia as pessoas que têm preguiça de se envolver em causas, mas são ansiosas por se sentir ativas.

QUEM É — Editor contribuinte da revista Foreign Policy e pesquisador do Instituto de Estudos Diplomáticos da Universidade Georgetown, em Washington, EUA

O QUE FEZ — Dirigiu a ONG Transitions Online, dedicada a promover a liberdade de imprensa nas ex-repúblicas soviéticas

O QUE PUBLICOU — Além de artigos em jornais como The New York Times, tem o blog Net.effect, no site da Foreign Policy

ÉPOCA – Que mudanças a internet trouxe para o ativismo?

Evgeny Morozov – Ela reduziu muito os custos de publicação e tornou mais fácil encontrar apoio, mas isso não quer dizer muita coisa. Quem garante que esses apoiadores serão realmente úteis ou estarão dispostos a ir às ruas? Da mesma forma que a rede diversifica o ativismo, ela também sofistica a vigilância e o controle. Os protestos são identificados mais rapidamente, as autoridades também reagem com mais prontidão. No passado, os ativistas tinham de tomar cuidado com os canais usados para se comunicar. Hoje, a comunicação é feita em espaços públicos, como o Twitter e o Facebook. Não é que o ativismo on-line não possa ser eficiente, mas os protestos ficam prejudicados se o alvo souber tudo de antemão.

ÉPOCA – A campanha eleitoral de Barack Obama é apontada como um marco de ativismo on-line, com resultado concreto na vida real. Por que a mesma coisa não poderia acontecer em outros lugares?

Morozov – Um dos principais erros cometidos por políticos e analistas é pensar que, se a tecnologia teve determinado efeito nos EUA, acontecerá o mesmo em qualquer lugar. É claro que, em democracias fortes, as campanhas de blogueiros podem levar o governo a mudar o rumo de suas políticas, mas isso só ocorre porque a sociedade civil usará seus meios para pressionar as autoridades. Em países como a Bielorrússia ou a Moldávia, a sociedade civil organizada nem sequer existe, porque a cultura democrática é frágil. O que funciona nos EUA não funciona na China. Na China nem há eleições.

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foto1Do blog do grupo Manaus de Olho:

Cerca de 50 pessoas iniciaram a distribuição de 50 mil panfletos em terminais de integração do transporte coletivo da capital amazonense. Material distribuído traz, além das fotos dos vereadores que aprovaram a Taxa do Lixo, a tabela da Copa do Mundo deste ano.

Por Mário Bentes

Os cinco terminais de integração do transporte coletivo da cidade de Manaus, por onde passam aproximadamente 145 mil pessoas todos os dias, de acordo com informações do Instituto Municipal de Transporte e Trânsito (IMTT), estão sendo os alvos da primeira grande ação pública do movimento Manaus de Olho, criado por um grupo de internautas da capital do Amazonas que acessam a rede de microblog Twitter.

Pelo menos 50 pessoas, entre representantes do movimento, colaboradores e simpatizantes começaram a distribuir, nesta quinta-feira (11), 50 mil panfletos ilustrados com as fotos de todos os 26 vereadores da base aliada do prefeito Amazonino Mendes (PTB) que votaram a favor da Lei nº 1.411, que institui a Taxa de Resíduos Sólidos Domiciliares (TRSD) e de Saúde (TRSS), publicada no Diário Oficial do Município (DOM) no dia 20 de janeiro.

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Uma das estratégias adotadas pelo grupo para facilitar a receptividade do material e dificultar o descarte foi o acréscimo da ilustração, no verso do panfleto, da tabela oficial com todos os jogos da Copa do Mundo deste ano.

“Com a tabela da copa, procuramos uma forma de incentivar os cidadãos a guardar o panfleto na bolsa, na carteira, na gaveta do escritório, quem sabe até a grudar na porta da geladeira. No meio do ano, a Copa será o assunto mais falado, e nada mais simpático do que oferecer à população uma forma de acompanhar a competição, sem esquecer a escalação dos vereadores da taxa do lixo”, explica o blogueiro Ismael Benigno Neto, um dos organizadores do movimento.

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Ele acredita que a estratégia pode incentivar o público a exigir mais da classe política, fazendo a analogia com a conhecida atenção e cobrança do público com a seleção brasileira. “Não é justo que cobremos boas atuações apenas do Dunga e dos craques do futebol, mas também daqueles que elegemos para nos representar no parlamento”, afirma.

A ação desta quinta-feira contemplou ainda uma rápida visita à Câmara Municipal de Manaus (CMM), no bairro Santo Antônio, zona Oeste, onde os integrantes do movimento distribuíram o material para funcionários da casa parlamentar, na ausência dos vereadores. Na ocasião, apenas o vereador Marcelo Ramos (PSB) foi encontrado. O outro ponto de parada do grupo foi o Centro da cidade.

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Conferência das cidades

Além da ação de panfletagem, o movimento deve marcar presença na Conferência das Cidades, que ocorre em Manaus nos dias 11 e 12 de fevereiro, evento organizado pelo Governo Federal, por meio do Ministério das Cidades, que tem como objetivo discutir e combater desigualdades sociais, a ampliação do acesso da população à moradia, ao saneamento e ao transporte.

O evento, que representa uma antiga reivindicação dos movimentos sociais de luta pela reforma urbana, será realizado no auditório da Secretaria Municipal de Educação (Semed), na avenida Mário Ypiranga Monteiro.

Sobre o movimento

O grupo Manaus de Olho foi criado no dia 22 de dezembro do ano passado, não por acaso no mesmo dia da aprovação da Taxa do Lixo. O grupo reúne internautas da rede de microblog Twitter, blogueiros, jornalistas, médicos, administradores e representantes de várias outras categorias do mercado de trabalho, além de contar com apoio de outros segmentos sociais.

Manaus de Olho – Relax and News – 11/02/2010

Do site do vereador Marcelo Ramos:

Documento enviado à Câmara Municipal de Manaus comprova que a cidade recebeu 618 ônibus novos durante a administração de Serafim

O vereador Marcelo Ramos (PSB) apresentou, nesta quarta-feira (10/02), um documento assinado pelo diretor-presidente do Instituto Municipal de Trânsito e Transporte Urbano que desmente a informação contida na mensagem do prefeito Amazonino Mendes sobre o número de ônibus novos adquiridos durante os anos em que Serafim Corrêa esteve à frente da Prefeitura de Manaus.

“Enquanto Amazonino afirma que Manaus ganhou apenas 45 veículos do transporte coletivo entre os anos de 2005 e 2008, Raphael Siqueira informa que foram mais de 600 ônibus para a capital. Não sou eu que estou desmoralizando a Prefeitura. Isso comprova que o prefeito mentiu nesta casa e faltou com a verdade com a população”, disse Ramos.

O ofício nº 268/2010 traz dados dos veículos cadastrados no sistema de transporte coletivo. Pelo documento, Manaus recebeu 137 ônibus em 2005, 143 no ano de 2006, 225 coletivos em 2007 e 113 em 2008. Nos quatro anos da antiga administração a frota nova totalizou 618 veículos novos. O cadastro toma por base a idade dos chassis e confirma que em 2009 só foram adquiridos 23 ônibus.

O ano de 2007, em que Marcelo Ramos esteve à frente do Instituto de Transportes, foi o que mais recebeu veículos. Quatro empresas foram responsáveis pela chegada de 225 ônibus: City, Ponta Negra, Transamazônia e Via Verde. A renovação da frota estava prevista no contrato assinado com a Transmanaus no mesmo ano.

As informações foram pedidas pelo vereador Marcelo Ramos ao IMTT antes do recesso parlamentar.

Um estudo divulgado semana passada pelo Pew Internet & American Life Project revelou que jovens americanos estão perdendo o interesse em blogs e se concentrando cada vez mais em comunicações curtas. Especialistas em tecnologia afirmam que isto não significa o desaparecimento do ato de blogar – pode-se fazer uma comparação com o e-mail: ainda é algo útil, mas não tão charmoso. “Lembra quando receber um e-mail era algo excitante?”, diz Danah Boyd, do Centro Berkman para Internet e Sociedade, da Universidade de Harvard. “Agora, as pessoas usam outros canais [como redes sociais, vídeos e jogos] para as atividades mais divertidas”.

O estudo descobriu que 14% dos internautas entre 12 e 17 anos dizem blogar atualmente, comparado a mais de 25% em 2006. E apenas metade nesta faixa etária comenta em blogs de amigos; enquanto há três anos, 75% o faziam. Em pesquisa realizada com o grupo de 18 a 29 anos, o Pew encontrou resultados semelhantes.

Celular em alta

De maneira geral, estima-se que apenas um em 10 adultos usuários de internet mantém um blog – número que permanece constante desde 2005, quando os blogs tornaram-se uma atividade considerada mais “tradicional”. Nos EUA, isto significa que há mais de 30 milhões de adultos que blogam. “É considerável ir de zero a 30 milhões em dez anos”, afirma David Sifry, fundador do site de busca de blogs Technorati.

No entanto, de acordo com a pesquisa, a população de blogueiros está envelhecendo. A porcentagem de usuários de mais de 30 anos que mantêm um blog aumentou de 7% em 2007 para 11% em 2009. A diminuição do interesse dos jovens em blogar parece ter relação com a explosão das redes sociais. Segundo o estudo, quase 75% dos jovens de 12 a 17 que têm acesso à rede usam sites como o Facebook e o Twitter; há quatro anos, este número era de 55%. Hoje, mais jovens acessam a internet por meio de telefones celulares, o que também aumenta a necessidade de uma comunicação breve. Informações de Martha Irvine [AP, 3/2/10].

No Observatório da Imprensa.

Mais sangue novo — Amazonino Inovando Mendes está ’sondando’ Jorge Smorigo para fazer parte do seu secretariado. Este blog procurou nos arquivos da UEA o registro da formatura de Smorigo, mas não encontrou a jovem cabeça pensante, o novo talento amazonense. Sobre Smorigo, a informação relevante é o fato de ser homem da mais absoluta confiança do publicitário Egberto Baptista. E, portanto, de Gilberto Miranda. Alfredo Paes, indiciado pela operação Albatroz em 2004, foi nomeado subsecretário de Tesouro, no lugar de Felipe Marrom, ‘importado’ por Maria Helena. Egressos da UEA, tirem o cavalo da chuva, Amazonino não está analisando currículos. O termo é outro.

Sem carreta — Rio Branco será a primeira capital brasileira com cobertura total de internet grátis no país. O governador Binho Marques lançou na manhã desta quinta-feira, 4, o programa Floresta Digital, que possibilitará o acesso da população urbana dos 22 municípios à internet com banda larga até o final do ano. O governo também anunciou que vai começar neste ano a distribuição de 9 mil netbooks aos estudantes do terceiro ano do ensino médio. Informações de Altino Machado, no Blog da Amazônia.

No dos outros — Na última sexta, passando em revista a tropa dos programas de rádio e tevê, dom Eduardo II, ‘O Imenso’, fez uma denúncia grave: a falta d’água nos conjuntos Cidadão do Prosamim é causada pela Águas do Amazonas, que ‘desvia’ o abastecimento da região do Prosamim para privilegiar outras áreas da cidade. ‘O Imenso’ fez a revelação bombástica no programa Câmera 13, da deputada Conceição Sampaio, uma semana depois da Agência Nacional de Energia Elétrica ter relatado que a então Manaus Energia, presidida por Willamy Frota, sobrecarregou regiões de Manaus para proteger a casa dele, ‘O Imenso’, dos apagões de 2007 e 2008. Willamy é vizinho de condomínio dO Imenso.

Prós e Contras — Do usuário @Roxmo, no Twitter: “Se um boquete custou 78% de rejeição, quanto custaria um governo que põe no nosso rabo todo dia?”. Do usuário @stevenconte, em resposta: “78% de aprovação.”

Uma lata cheia — A próxima semana, quando recomeçam os trabalhos legislativos em Manaus, promete. Ao menos três protestos devem ir às ruas relembrar a população de que o manauara vai pagar até R$ 90 mensais pra ver seu lixo continuar sendo recolhido. Apenas uma das entidades sociais envolvidas no assunto pretende colher 100.000 assinaturas contra a taxa. As ações serão forma popular de dar boas vindas aos vereadores em mais um ano — de eleição — que se inicia.

3-D — Quem circula pelas ruas do centro do Rio de Janeiro pode encontrar, nas barracas de vendedores ambulantes, DVDs piratas do filme Avatar que acompanham um óculos 3D. A cópia de Avatar custa R$ 10 e acompanha agora um óculos feito de cartolina e filme vermelho e amarelo em cada olho, supostamente para simular os efeitos 3D do filme. E assim a malandragem carioca se equipara à dupla Debi e Loyd (Jim Carrey e Jeff Daniels), que no cinema vendeu um passarinho empalhado para uma criança cega.

Quem tem boca — A produtora de filmes pornô Sexxxy World vai fazer uma proposta à concorrente Tessália, eliminada do Big Brother Brasil essa semana. A notícia escorreu para a imprensa ainda antes da eliminação. O motivo do interesse na moça seria a cena de suposto sexo oral praticado no namorado, o agora desmamado Michel. Fuxiqueiros da imprensa relatam que ao sair da casa, Tessália ficou boquiaberta com a notícia.

O povo sou eu — “O povo precisa votar num candidato que possa representar a continuidade desse projeto. É o povo quem decide”. Era dom Eduardo II, no início dos trabalhos da ALE em 2010, falando algo equivalente outro grande estadista da História, Winston Churchill, que dizia gostar que, nas reuniões, todos se manifestassem e tivessem X minutos para falar, democraticamente. Desde que no final todos concordassem com ele.

Clínicas — Foi lançado o site Bitchmaps.com, que num mapa montado sobre a plataforma do Google, informa a exata localização dos bordéis das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Londrina e Porto Alegre. Pelo mapa descobre-se que a última moda nos prostíbulos paulistas, por exemplo, é chamá-los de clínicas. Clínica Pyramide, Clínica Maytreia, Clínica Tokyo, Clínica Kahunas etc. Tudo puteiro. A Clínica Ceci, para os desavisados, traz uma plaquinha: “Ex-Clínica Déborah Sayuri”. Desconfie, moça, se ele precisa ir todo mês a São Paulo para aquele tratamento seríssimo de saúde.

O cara? — Zé Dirceu nunca deixou de dar as cartas dentro do PT, especialmente nos momentos de estratégia eleitoral. Durante essa semana se reuniu com diversos ‘aliados’ da base de Lula, para enquadrá-los, se possível todos, e deixar apenas os casos mais complexos para Lula. Dirceu fez visitas de cortesia a Cid Gomes (Ceará), Eduardo Braga (Amazonas) e Ana Júlia Carepa (Pará). Renata Loprete, na Folha de SP, diz que a nova direção do PT não gosta da desenvoltura com que Dirceu vai atuando nos estados, mas é impossível que ignore que Dirceu, apesar da autonomia, não age à revelia do presidente.

O Grande — O general Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, indicado ao Superior Tribunal Militar disse, no Senado, que soldados não obedecem a comandantes homossexuais. O ex-sargento do Exército Fernando de Alcântara Figueiredo, envolvido no primeiro caso assumido de um casal gay na história das Forças Armadas brasileiras, rebateu: “Isso mostra que ele desconhece a história. Alexandre, o Grande, era homossexual e a tropa obedecia.”

No Noblat:

E-mail que recebi do deputado Juthay Magalhães Jr. (PSDB-BA):

“Na mais recente pesquisa de intenção de votos do Instituto Sensus, Serra tem 33,2%, Dilma 27,8% e Ciro 11,9%.

Quando se tira Ciro, o Serra cresce 7,5% – vai para 40,7%. E Dilma apenas 0,7% – vai para 28,5. Ou seja: Serra cresce 10 vezes mais do que Dilma.

Acontece que isso é virtualmente impossível no histórico das pesquisas eleitorais dos últimos tempos. Nenhuma pesquisa jamais registrou fenômeno igual.

Nas pesquisas divulgadas no início de dezembro, Serra obtém 31.8% na Sensus, 38% no Ibope e, no Datafolha, divulgado quinze dias depois dessas duas, 37%. E neste mesmo Datafolha de dezembro, quando Ciro sai, tanto Serra quanto Dilma crescem 3 pontos percentuais cada um.

Tudo indica que o erro da pesquisa CNT/Sensus divulgada ontem está na primeira simulação, com o objetivo claro de aproximar os dois pré-candidatos. Se não for isso, o erro estará na segunda simulação.

É virtualmente impossível que ambas as simulações da CNT/Sensus estejam corretas. O mais provavel que que a primeira simulação cumpra o objetivo de “fabricar” um empate técnico!

Mesmo com esses dados, Serra cresce na primeira e na segunda simulação e, sem o Ciro, ganharia a eleição no 1º turno.”

Em 12 de agosto de 2008 eu publiquei isso nO Malfazejo:

Here’s to the crazy ones. The misfits. The rebels. The troublemakers. The round pegs in the square holes. The ones who see things differently. They’re not fond of rules. And they have no respect for the status quo. You can quote them, disagree with them, glorify or vilify them. But the only thing you can’t do is ignore them. Because they change things. They push the human race forward. And while some may see them as the crazy ones, We see genius. Because the people who are crazy enough to think they can change the world, are the ones who do.

“Isto é para os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os criadores de caso. Os pinos redondos nos buracos quadrados. Aqueles que vêem as coisas de forma diferente. Eles não curtem regras. E não respeitam o status quo. Você pode citá-los, discordar deles, glorificá-los ou caluniá-los. Mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Empurram a raça humana para a frente. E, enquanto alguns os vêem como loucos, nós vemos gênios. Porque as pessoas loucas o bastante para acreditar que podem mudar o mundo, são as que o mudam.”

O vídeo é daquele conhecido por muitos como o melhor comercial de todos, um filme de 1 minuto, produzido em 1984 para a Apple.

É destes, dos grandes homens e mulheres, que a história é feita. Conhecemos e talvez lembramos, com mais facilidade, sempre dos vencedores e dos derrotados. Para Ayrton Senna não havia o “segundo vencedor”, e sim o “primeiro perdedor”. A história não transige com a barbárie, tampouco com a subserviência a pequenos reis e ditadores. Ela ensina, ainda que alguns poucos teimem em não escutá-la, que não há altar nem pódio reservados aos tiranos nem aos covardes. A história do mundo tratora, esmaga os canalhas e os amedrontados, porque ela precisa acontecer, ser escrita. A história não reserva lugar àqueles que sobrevivem neste mundo, como se fossem bichos, com uma única missão enquanto vivos: não morrer.

Não. Ela, a história, só tem olhos para os grandes. E que não se enganem os poderosos, os grandes não dependem do poder. Os grandes não deixam monumentos, palácios ou cidades. Os grandes deixam idéias. E idéias não morrem, não sangram, não doem.

As fileiras da platéia, dos que resmungam e rangem dentes, cheios de sabedoria e temor sobre como funciona o mundo e como ele é imutável, não precisam para sempre ser platéia. A história e a democracia não são feitas de homens, estes alvos fáceis, mas de nações. Não se matam nações, como não se matam idéias. E já foi dito também que os sábios falam de idéias, os mornos de amenidades e os medíocres de pessoas.

Cabe aos grandes homens, às grandes mulheres, escolher sê-los. Estas pessoas não nascem assim, tampouco trazem na testa a marca dos grandes. Os grandes, aqueles que à história caberá coroar, precisam descobrir-se assim. Largar os velhos medos e convenções e apenas ser o que precisam ser. Os grandes não são líderes, e a sua grandeza não está em feitos, mas no que dizem, no que pensam, no que criam.

Eleanor Roosevelt, a esposa de um senhor chamado Franklin Delano Roosevelt, disse certa vez que é muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se à derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota. Foi Eleanor, também, que deu um recado aos que querem a guerra, e mais, vencê-la. Ninguém venceu a última guerra, nem ninguém vencerá a próxima. A história passa por cima dos cadáveres, segue em frente. É preciso respeitá-la, pois ela não se compadece dos pequenos.

Atente para o que faz, pedaço por pedaço, homem por homem, mulher por mulher, uma nação que se dê o respeito e que queira ser algo mais do que a versão humana das presas e das feras que jogam o jogo da morte nas planícies africanas. A história não perdoa os canalhas nem os medrosos. E há algo no ar, que deve te dar a sensação de que os canalhas são minoria e que o silêncio está chegando ao fim. Presta atenção e finge, com fervor, que dás ouvidos às lamúrias dos que foram derrotados antes da guerra. Se avistares a sombra de um gigante, procura a posição do sol, e verás que o gigante é a sombra de um anão.

Aos anões é dado o direito de nascer.

Aos grandes homens e mulheres, é dado o dever de mudar a história, lentamente, capítulo por capítulo.

A história é um livro cujas páginas não voltam.

Após quatro sábados seguidos realizando o tradicional ‘esquenta’, o Sindicato dos Jornalistas do Amazonas (SJPAM) prepara os últimos detalhes para a Banda dos Jornalistas Imprensa Que Eu Gosto 2010, que sai neste sábado (30/01), a partir das 16h, na avenida Gonzaga Pinheiro (antiga rua Getúlio Vargas), localizada no bairro Nossa Senhora das Graças, no trecho compreendido entre a avenida Boulevard Álvaro Maia e rua Belém (atrás do Cemitério São João Batista).

A novidade para este ano é que a coordenação do evento está solicitando aos foliões que forem participar do Carnaval da Banda dos Jornalistas doe um quilo de alimento não perecível, cuja arrecadação será doada a entidades filantrópicas de Manaus, a serem definidas. De acordo com o presidente do SJPAM, César Wanderley, essa iniciativa visa demonstrar a prática do sindicato na questão da responsabilidade social.

Leia mais no site do Sindicato dos Jornalistas do Amazonas, por sinal reformulado e muito bonito.

Contatos: César Wanderley – 9985-6585 / Wilson Reis – 8134-0430