
Quando ele me contou, dias atrás, da nova empreitada, dei os parabéns que ele achava improváveis. A apresentação do trabalho ocorreria hoje, e a epectativa era de entrevistas, poses para fotos etc. Não deu outra, mas por essas impossibilidades da vida, acabei perdendo os holofotes que ele recebeu, muito merecidamente.
Hoje a Prefeitura apresentou à cidade sua nova cara, e o Deco arrebentou de novo. O meu camaradinha tem o perfil do profissional que muita gente busca. Trabalha duro, é apaixonado pelo que faz e não escolhe causas ou clientes. Como nesse caso, é o cliente quem o escolhe. O Deco comandou a mudança na identidade da Prefeitura na administração passada. Hoje de novo, e com o mesmo talento.
Dá orgulho, porque se nesse mundo político a cartilha reza sempre pela desqualificação do outro, pra certas coisas não há jeito, vence o melhor, o mais bonito. Manaus precisa de muito mais do que um símbolo, é verdade, mas merece registro que o mérito e o profissionalismo sejam privilegiados vez ou outra. Quando esses são os critérios, gente como o Deco se destaca, é batata.
A parte do Deco, como sempre, ficou perfeita.
Espero que a Prefeitura se inspire no trabalho — e no slogan que ela criou — e lembre-se sempre, ao manusear seus documentos, nos seus VTs, nos cartazes e nos envelopes, que realmente merecemos uma cidade melhor.
Abaixo, a defesa do Deco para a concepção da marca:
A marca tem como finalidade sintetizar graficamente tudo o que compõe a cidade de Manaus: seu povo, suas características, geografia, história e a natureza de que fazemos parte. A marca tem em sua composição o uso de duas estruturas formais: o símbolo gráfico e o logotipo. O símbolo decorre pela leveza e simplicidade de um nascer floral vivo, onde a capital está inserida. Um nascer diário, sempre com suas responsabilidades de se fazer presente. Uma Manaus nova. Que nasce do colorido de seu povo. Marcada com o símbolo gráfico ao topo da letra n, que por sua vez reforça o uso do conceito “Novo”. O logotipo com conceito do moderno faz uso de alfabeto com dinamismo e força. O foco na cidade de Manaus traz a cor predominante na região onde a capital se situa: o verde. Em tom pastel, sem peso em sua carga, sem perder a importância e responsabilidade que a instituição Prefeitura de Manaus tem por administrá-la. O traço marca o ponto diferencial de gestão. Sendo a linha que reforça o que o cidadão de Manaus mais precisa: uma cidade melhor para viver.

Robert pertenceu à geração de Pierre Bourdieu e Michel Foucault, com quem partilhou intervenções e pesquisas

O professor de guitarra Felipe Cavalcanti, de 28 anos, passou boa parte do domingo em ônibus e trens. Mais precisamente, uma hora e meia para ir (e provavelmente outra hora e meia para voltar) do Morumbi até Guaianases, no extremo leste de São Paulo – e tudo isso debaixo de uma insistente garoa. Tudo isso para ver o americano Stanley Jordan, um dos maiores guitarristas de jazz do planeta.
O professor de violão Wilson Sarmento, de 54 anos, tinha algumas explicações para o pequeno público. “Isso aqui foi muito mal divulgado. Eu mesmo só fiquei sabendo por acaso, quando procurava informações sobre um outro show”, conta. Ele também teve dificuldades para encontrar o local da apresentação. “A sinalização está péssima. E olha que eu conheço bem essa região”, criticou.
