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Pesquisando, entre os destaques da Veja Manaus, por algum lugar que ainda não houvesse visitado, encontrei o lanche Beth Balanço, liguei, para saber sobre os tipos de saladas, a atendente foi muito cordial e eficiente ao fornecer as informações. Apesar de, na verdade, estar desejando o buffet de salada do Barbacoa(o telefone informado no site, não funciona), fomos até lá determinados a experimentar a salada de atum.
Na chegada, uma primeira micro decepção: As cadeiras do lanche são de plástico. Ao sentar e fazer algumas perguntas ao garçon, decidimos abortar a salada e partir para um crepe à moda(R$ 15,90), pedido por Ruth e uma panqueca de filé com catupiry e gorgonzola(R$ 18,90), pois a minha primeira opção, a panqueca de carne seca, não estava sendo servida.
Apenas para fazer um parênteses sobre a falta da carne seca, algum de vocês já sentiram que são perseguidos pelos cardápios dos lanches, bares e restaurantes? É impressionante como acontece de muitas vezes, minha primeira opção “não está saindo hoje”.
Esperamos por volta de quinze minutos e recebemos nossos pedidos que tinham simples, mas boa apresentação e bem servidos. A panqueca com um molho ao sugo e queijo ralado e o crepe sem aquelas partes queimadas que costumamos presenciar. Apesar de o filé estar muito bem passado (ok, não especifiquei que não gosto de filé seco, carne seca, sim, mas filé seco, não), e da não explicada pelo garçon, ausência do gorgonzola o conjunto da obra, estava, ok.
Descepcionada ficou Ruth com seu crepe que, na verdade, era de embutido de pernil, totalmente brochante para quem esperava comer pernil de verdade.
A melhor parte ficou por conta do suco de taperebá(ou cajá) que estava muito bom, excelente, no ponto de açúcar, concentração e era feito com fruta mesmo, não com polpa processada, como costumava tomar na maioria dos lanches da cidade. Costumava, porque agora, raramente me arrisco a pedir suco.
Sinceramente, pelo que já tinha ouvido falar deste lanche, não esperava que todos esses tropeços fossem acontecer. Mas acho que vale, dar mais uma chance.
Beth Balanço: Rua Paraíba, 624 – Condomínio Parque São José do Rio Negro, Bloco 2, Loja 1
Telefone: 3236-5037

Visitando a mais antiga churrascaria da cidade, me fartei de um bom e suculento churrasco. Mas exagerei, comi demais, na ânsia juvenil de fazer valer a pena o valor que pagaria pelo sistema rodízio.
Uma das coisas mais importantes que aprendi nessa minha curta experiência com gastronomia, foi curtir o prazer de degustar uma refeição e analisar cada erva e tempero usado nos molhos, prestando muita atenção à textura e ponto de cocção das carnes, o equilíbrio e a harmonização entre os componentes da refeição, coisas impossíveis de serem observadas após a primeira dezena de minutos de uma refeição neste sistema.
Muito devido à dormência da língua e lábios devido à abrasão do sal e pimenta(nas linguiças e corações de frango) misturado ao gosto das carnes, além da grande variedade quase impossível de ser experimentada em uma só refeição, por um humano,. e sem levar em consideração a correta evolução dos sabores dos pratos mais suaves para os mais saborosos e condimentados, coisa que ajudaria muito na tarefa de degustar melhor várias das muitas opções oferecidas na maioria das churrascarias.
A evidente pressa dos passadores de carnes também colaboram para intranquilidade à mesa, principalmente para quem não gosta nenhum pouco de comer comida fria.
Mas acho que essa pode ser uma percepção não compartilhada pela maioria da população, conclusão que posso chegar devido ao grande sucesso de velhas e novas casas que adotam este sistema em nossa cidade e vivem lotadas, variando o menu com pratos que vão desde o oriental até o clássico churrasco gaúcho.
Alguns amigos já me justificaram a preferência por rodízios devido à velocidade em que se é servido e à variedade de opções, me deixando intrigado como colocamos, às vezes, à frente da qualidade da refeição, o tempo. Claro que devido à essa demanda de tempo, os restaurantes, aí já citando os restaurantes à la carte, acabam tendo que se adaptar e servirem a comida em tempo recorde, por tanto, se o cliente “inventa” de pedir uma entrada, ele tem que devorá-la rapidamente para que não dê tempo de esfriar o prato, que será apresentado a tempo de, apenas, abocanhar o primeiro pedaço de pão da entradinha.
Sobre a justificativa do tempo, entendo até que algumas pessoas não queiram perder tempo em restaurantes, outros, com filhos pequenos fiquem apreensivos, pois o(s) menino(s) pode(m) começar(em) a berrar de uma hora para outra, mas nenhuma dessas alternativas é o meu caso, que normalmente estou acompanhado de minha namorada ou amigos, que normalmente, valorizam a conversa, a comida, a bebida e tudo mais que um ambiente de restaurante pode oferecer.
Hoje, tendo a dar muito menos preferência às casas que adotam o sistema de rodízio do que às à la carte, quando elas não tentam imprimir o ritmo de rodízio. Nas próximas oportunidades, em estabelecimento com este sistema, vou adotar a postura de somente fazer o pedido do prato principal quando a entrada estiver na mesa para ver no que vai dar.
Posted 11 months, 1 week ago. 1 comment
Nas últimas duas semanas, fiz diversas entrevistas de empregos em alguns lugares, algumas delas, realizadas no Sax Bar, do hotel Century, Millenium Shopping e enquanto aguardava ser chamado, sentado no lobby do hotel, ouvia uma conversa entre o atendente do hotel e um turista, que parecia estar fazendo check-in:
- Turista: Amigo, qual o tamanho da população de Manaus?
- Atendente: hãããã… Dois milhões e meio de habitantes, senhor.
- Turista: Nossa, tudo isso? E qual a maior cidade do Amazonas, depois de Manaus?
- Atendente: A maior cidade? ééé… Presidente Figueiredo.
- Turista: A quantos quilometros fica de Manaus?
- Atendente: Não! É bem perto daqui.
Sabe tudoooooo…
Posted 11 months, 2 weeks ago. Add a comment
Procurando um novo lugar para experimentar algum cardápio diferente fui parar no Eighty’s ou 80’s. Ambiente simples, refrigerado, mas com um barulho lá no último volume, proporcionado pelo público associado ao som que tocava, não propiciava conversa em tom normal e não me deixou entender com nitidez a explicação que o atendente fazia do cardápio. O público era de jovens que pareciam, naquela hora(em torno de 19:30), em ritmo de happy hour.
O cardápio, não muito extenso, é divido em sanduíches a base de hamburguers, ovos, queijo prato, cheddar e alguns tipos de molhos, outros de hamburguers recheados com legumes e queijos, acompanhado de salada ou batatas e molhos. Há, também, algumas opções de saladas e uns petiscos cujas opções, só havia disponível, as batatas fritas.
Pedi um hamburguer, “The smiths”, composto por queijo prato ou cheddar e hamburguer(R$ 6,00, escolhi o queijo prato) que me surpreendeu por todos os detalhes e cuidados que são inexistentes na maioria dos outros lugares que se propõem a venderem hamburguers(ou sanduíches), isso, sem levar em consideração a própria carne, bem temperada, tostadinha por fora e suculenta por dentro. O pão, com miolo macio e partes internas crocantes amanteigadas, evidenciava o frescor e o critério, vindo da cozinha. Deixou no chão, até o pão do macdonald’s (aqui em Manaus) que costumou, um dia, servir o pão de seus sanduíches mais ou menos assim.
A única coisa que mudaria, com certeza, seria o queijo, que não combinou nada com a carne, pouco saboroso e econômico na quantidade, era um coadjuvante inexpressivo, o que não me soa como admissível, especialmente em um hambuguer(pão+hambuguer+queijo).
Tomei Heineken(R$ 4,00) em ótima temperatura. O serviço é simpático e sem confusões.
O eighty’s(80’s) é localizado na Rua Acre, na frente do japonês do vieiralves – Bairro Nossa Sra. Das Graças
Posted 11 months, 2 weeks ago. Add a comment
Ontem fomos(namorada e amigos) ao show do Gilberto Gil. Sensacional! Como eu já sabia, o cara é demais. Pena, foi o pequeno público no Studio 5.
Antes do show, demos uma passada na Cervejaria Fellice que, sob nova direção, deu uma remodelada em seu cardápio tirando, por exemplo, a lingüiça de javali apimentada, mas incluindo pratos regionais como caldeirada de tucunaré e tambaqui grelhado. Na ausência da lingüiça pedimos um filé com fritas que chegou muito rápido, quentinho, muito bom, exceto pelas cebolas que estavam muito cruas. Depois experimentamos um pastel de carne com salsinha, oleoso e sem graça. Uma boa notícia, é que a cerveja de trigo(tipo weiss) voltou a ser servida.
O destaque para a noite pré-show foi, infelizmente, para o sofrível atendimento que nos foi dispensado. Muita demora para chegarem os chopps e o mais gozado é que a toda hora chegava algum prato ou tulipa de chopp que não havíamos pedido. Recusamos todos, claro! Certo que a casa estava cheia e me pareceu que o número de atendentes reduzido e a falta de treinamento de alguns atendentes(esqueceram a educação e a cortesia) para trabalharem com casa cheia, levou à nossa insatisfação.
Posted 1 year, 4 months ago. Add a comment

Depois de um feriadão triste, conturbado e trabalhoso, comecei o meu dia comendo umas tapioquinhas e me lembrando de uma combinação de tapioca com agulhinhas(Peixe fácil, no nordeste brasileiro) fritas que tive a oportunidade de experimentar em um bar que fica na praia de tabatinga – RN, a duas horas de Natal. A agulhinha, empanada com farinha branca vinha(não sei se ainda existe, afinal esta viagem já faz 3 anos) muito fritinha, crocante e temperada no ponto. Bastava colocá-la dentro da tapioca e nhac!
O nome do bar é NU GRAU, que além deste prato servia também vários tipos de cachaças, várias delas excelentes.
Deste lugar, era também possível observar golfinhos em alguns períodos do dia. O mais legal desse lance dos golfinhos é que o proprietário sabe exatamente os horários em que os golfinhos passam por lá. Então, quem se interessar pode perguntar dele quais os horários.
Posted 1 year, 4 months ago. Add a comment